julho 15, 2010 at 6:44 pm
A praia do Farol de São Thomé será “invadida” pelos forrozeiros no final deste mês. É o Festival de Forró, que será realizado nos dias 23 (sexta-feira), 24 (sábado) e 25 (domingo), e irá reunir, também, ritmos como baião, xaxado e xote com apresentações de artistas e bandas consagradas e diversas atrações locais. Entre as principais atrações, o cantor Dominguinhos.
Segundo a vice-presidente da Fundação Municipal Zumbi dos Palmares e organizadora do evento, Patrícia Cordeiro, é o Farol de todas as estações. “O nosso objetivo é movimentar a única praia campista nas quatro estações do ano. Realizamos a Gincana Universitária no outono, que foi um sucesso; no inverno, será o Festival de Forró e, para a primavera, já estamos organizando outro evento que promete abrilhantar, ainda mais, o Farol de São Tomé”, disse.
De acordo com Patrícia, os artistas se apresentarão em frente ao Náutico e no Lagamar, locais que receberão decoração específica. “Os vendedores ambulantes e os restaurantes estão programando comidas típicas que, certamente, irão agradar a todos”, adiantou a vice-presidente da Fundação Zumbi
O festival começa no dia 23 com o show do instrumentista, cantor e compositor Dominguinhos, a partir das 22h. O artista, quejá cantou com o Rei do Baião, Luiz Gonzaga, e Orlando Silveira, tem em sua formação musical influências de baião, bossa nova, choro, forró, xote e jazz. No dia seguinte, às 23h, sobe ao palco a Banda Rastapé e, finalizando o festival, no domingo (25), às 17h, Trio Pé de Serra, e às 18h30, Trio Forrozão. Além desses shows, artista regionais se apresentarão no evento.
Fonte: Prefeitura de Campos dos Goytacazes
junho 26, 2010 at 4:07 pm
Golaço ou gol contra? A maior polêmica da Copa do Mundo na África do Sul até o momento ainda não tem uma conclusão. Para alguns, a bola oficial do evento, denominada Jabulani (“celebração”, em zulu), representa uma notável evolução do ponto de vista tecnológico. Para outros, o resultado deixou a desejar.
O atacante Luis Fabiano, da Seleção Brasileira, criticou. O goleiro Júlio César chamou de “bola de supermercado”. Fernando Torres, atacante espanhol, também falou mal. Kaká está entre os que elogiaram.
As maiores críticas foram com relação aos movimentos imprevisíveis, promovidos pela resposta aerodinâmica da nova redonda, especialmente nos chutes mais fortes. Na primeira rodada, com o baixo número de gols, a reclamação foi ainda maior. Mas no fim da primeira fase da Copa, os gols voltaram. Portugal enfiou sete na Coreia do Norte. O próprio Luis Fabiano marcou dois contra a Costa do Marfim.
Para o fabricante, a Adidas, a bola representa um avanço. Mas o próprio presidente da empresa, Herbert Hainer, reconheceu que é preciso um certo tempo para se acostumar com a Jabulani, por ser “mais aerodinâmica e mais rápida”.
Pesquisadores da Nasa, a agência espacial norte-americana, e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), decidiram avaliar o comportamento da Jabulani.
No Centro de Pesquisa Ames da Nasa, na Califórnia, foram feitos testes para comparar a bola com a usada na Copa de 2006 na Alemanha, a Teamgeist (“espírito de equipe”). A Teamgeist, no lugar dos hexágonos costurados das bolas tradicionais, tinha oito painéis fundidos por um processo térmico, que elimina a necessidade de costura, mesmo interna, entre eles. A Jabulani tem 14 painéis e ganhou sulcos aerodinâmicos.
A conclusão da Nasa é que com a Jabulani os jogadores não deverão ter melhor controle do que com a Teamgeist. “É bem óbvio. O que estamos vendo é um efeito knuckle-ball”, disse Rabi Mehta, engenheiro aeroespacial no centro Ames. Knuckle-ball é um arremesso no beisebol no qual a bola não é segura com os dedos, mas sim com seus nós, resultando em movimento com acentuada curva e imprevisível para o rebatedor.
Segundo Mehta, quando a Jabulani se desloca em velocidade elevada, o ar próximo à superfície é afetado pela sua superfície, resultando em um fluxo assimétrico. Essa assimetria cria forças laterais que podem resultar em mudanças súbitas no percurso. De acordo com o cientista, a Jabulani tende a assumir o efeito knuckle ao superar os 75 km/h, o que corresponde a um chute forte.
Outro ponto a se considerar, segundo Mehta, é que vários dos estádios em que ocorrem os jogos na Copa da África do Sul estão em altitude elevada (Joanesburgo, por exemplo, fica a cerca de 1.600 metros do nível do mar). “Isso afeta a aerodinâmica da bola, uma vez que a densidade do ar é menor. Em altitudes altas, a bola tende a se deslocar mais rapidamente, com menos empuxo”, disse.
Maior arrasto
Os pesquisadores Gilder Nader e Antonio Luiz Pacífico, do Laboratório de Vazão do IPT, realizaram testes no túnel de vento atmosférico do instituto com bolas de torneios oficiais de futebol.
Foram testadas as bolas do campeonato Paulista e Brasileiro deste ano e das copas de 2006 e 2010. Os testes foram encomendados pela Rede Globo. Segundo Nader, foram feitas medições com visualização do escoamento de ar em volta de cada bola. Para isto foi utilizado o sistema PIV (“Particle Image Velocimetry”) com emprego de raios laser.
“Verificamos que a bola do Campeonato Brasileiro, por exemplo, com superfície mais rugosa, do tipo clássico, tem coeficiente de arrasto (resistência ao ar) mais baixo e bom deslocamento. As bolas das Copas apresentaram um ‘descolamento’ mais rápido e maior coeficiente de arrasto”, disse.
Ao ser chutada, a bola ganha uma velocidade inicial que vai diminuindo até que, em um determinado momento, atinge o chamado “ponto de crise de arrasto”, explicou Gilder.
“É quando ela faz uma curva. Com a bola do ‘Brasileirão’, esse ponto demorou mais para ser alcançado, em uma velocidade de aproximadamente 13 metros por segundo. A Jabulani atinge esse ponto e faz a curva bem antes, em uma velocidade que ainda vamos medir com exatidão”, disse.
As bolas de futebol evoluem constantemente, com as grandes novidades surgindo justamente em cada Copa do Mundo. As atuais, e não apenas a Jabulani, são muito diferentes das usadas há meio século. Na Copa da Suécia, em 1958, por exemplo, a bola era de couro curtido, chamada de “capotão”, pesada e que se encharcava em dias chuvosos, dificultando a precisão dos chutes.
Mas isso, claro, não impediu que o Brasil fosse campeão nem que um certo garoto apelidado de Pelé, então com 17 anos, assombrasse o mundo com momentos antológicos, como o gol na final, em que deu um lençol no zagueiro sueco e chutou a bola ainda no ar para o fundo das redes e da história. Mostrou que craque que é craque dá show com qualquer bola. E isso o mundo já está vendo na Copa da África do Sul, independentemente das polêmicas da bola.
junho 7, 2010 at 7:24 am
A Fundação Municipal de Esportes (FME) trabalha para que Campos possa sediar a etapa brasileira do campeonato mundial de Bodyboarding. A FME pretende realizar o evento na praia do Farol de São Tomé nos dias 23, 24 e 25 de julho pela etapa do Campeonato Brasileiro
O diretor de Esportes Radicais da FME, Romeu Lins, tem acompnhado de perto o desempenho do atleta campista Bruno Invick. No início da semana as datas foram confirmadas e o evento terá início poucos dias depois da Copa do Mundo.
Com a confirmação da etapa em Campos, os maiores e melhores atletas da modalidade estarão na praia campista já que a etapa contará pontos para o ranking nacional, além de uma possível premiação em dinheiro. “Estávamos tentando trazer esta etapa pois vamos levar atividades para o Farol de São Tomé durante todo o ano, essa foi a promessa da nossa administração e assim está acontecendo”, destacou Menezes que fechou as negociações com o Presidente da Federação de Bodyboarding do Rio de Janeiro, Edimar Resende.
Fonte: Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes
maio 25, 2010 at 4:34 pm
Quem fez a festa na entrega de prêmios da 1ª Gincana Universitária, na praia do Farol de São Tomé, neste domingo (23), foi a ex-dançarina Sheila Melo e o nadador Fernando Scherer, o Xuxa. O casal, esbanjando simpatia, classificou o evento como dos mais saudáveis. “Essa interação é muito boa para os jovens e, aqui, o clima é de paz”, afirmam.
A mesma opinião sobre a gincana teve a banda do Natiruts, que se apresentou no Lagamar para um público recorde, semelhante ao que participa de outros shows no mesmo local, em época de verão.
A 1ª Gincana Universitária foi promovida pela Fundação Zumbi dos Palmares, Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Fundação de Esportes, com apoio da Revista Planeta Universitária e Caça Lamas Jeep Club.
Fonte: Prefeitura de Campos dos Goytacazes